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Nove tendências de eCommerce para 2021

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A pandemia mudou rapidamente o nosso comportamento face aos canais online, essa mudança é muito provável que venha para ficar.

Enquanto existem muitas empresas que estão a passar dificuldades para sobreviver, a crise apresentou também oportunidades para as empresas que já tinham investido na transformação digital do seu negócio.

Áreas de negócio como entretenimento, comida, equipamento de escritório e casa foram alguns dos setores que mais cresceram durante a pandemia.

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Em Portugal, o valor de compras online face aos restantes países da Europa sempre foi consideravelmente inferior. A ACEPI (associação da Economia Digital) realizou um estudo sobre a “Economia e Sociedade Digital em Portugal”, revelando a forte penetração da Internet em Portugal, aproximando-nos dos valores médios europeus, houve um crescimento dos compradores online, aumento do volume e frequência de compras e aceleração da transformação digital dos negócios.

O valor do comércio eletrónico B2C + B2B, em 2019, em Portugal, situou-se nos 96 mil milhões de euros. Para 2020, estima-se um novo crescimento até aos 110,6 mil milhões de Euros, alavancado pelo impacto da pandemia de Covid-19, que mudou profundamente os hábitos dos consumidores e transformou empresas e negócios.

O Ecommerce não é uma tendência, ao longo dos anos tem vindo a crescer em todo o mundo, desde o ano 2014 a 2017 as vendas de Ecommerce tiveram uma taxa de crescimento de 25,6% no mundo.

Além do seu crescimento global, é também uma indústria em constante mudança, sendo vital para as empresas acompanharem de perto as novas tendências. Partilhamos uma lista com as 9 maiores tendências para este ano, identificadas por 10 especialistas na área (Estudo realizado pelo ISEG Executive Education):

1. Preocupação com a Sustentabilidade:

O Crescimento do eCommerce traz consigo uma nova realidade e responsabilidade por parte das empresas, tendo havido um novo Shift para entregas Take-away os clientes esperam que as empresas arranjem soluções mais sustentáveis desde a embalagem até às devoluções.

Um estudo da Nielsen a nível mundial constatou que 81% dos entrevistados concordam com a afirmação: “É extremamente ou muito importante que as empresas implementem programas para melhorar o ambiente”.

2. Lojas online de restaurantes com entrega direta ao consumidor

Com a pandemia, em Portugal passamos de um cenário onde o takeaway e delivery de comida era uma situação muito pouco habitual, para uma multiplicidade de operadores como A Uber Eats, Glovo, Bolt, Take Away, entre outros.

A situação pandémica vivida em 2020, reforçou fortemente esta tendência nas nossas principais cidades. Embora o food delivery ainda represente uma fatia relativamente pequena do mercado, cerca de 200 mil milhões dos 3 biliões de dólares do setor serviços de comida, o banco suíço UBS estima que o setor cresça 20% por ano, até perto dos 400 mil milhões de dólares no final da década.

3. Personalização, automação e retenção

Os Investimentos em tráfego pago estão cada vez mais competitivos, fazendo que seja cada vez mais complicado ter destaque nos diferentes canais. Existe uma necessidade de as marcas pensarem em estratégias mais personalizadas, de forma a terem uma vantagem competitiva substancial mal o cliente entra no nosso site.

Torna-se crítico para as marcas trabalharem na retenção dos seus clientes assegurando uma relação duradoura, devendo para tal, por um lado, mapearem muito bem a sua jornada de compra e, por outro, construir todo um relacionamento com o mesmo.

Uma empresa que fez um trabalho brilhante na utilização de estratégias de retenção de clientes, personalização e utilização de automação de marketing foi a Barklyn. O seu mote é serem mais do que uma empresa que vende rações para animais, querem ser “parte da família como um animal também o é”. Todas as encomendas vão assinadas à mão com o nome do cão e a empresa tem uma ficha do animal com todos os cuidados que deve ter na preparação. 

4. Voice Search

Os assistentes de voz mais evoluídos integrados com plataformas de eCommerce, reinventam toda a experiência de compra, de uma forma simples, que facilita efetivamente a vida das pessoas numa simbiose única entre tecnologia e humanização tão necessária na internet. A inteligência artificial por voz será, sem dúvida, uma das tendências mais revolucionárias que o eCommerce deverá acompanhar.

5. Social Shopping

O crescimento explosivo do comércio eletrónico, durante o ano de 2020, veio reforçar a importância de as marcas investirem em mais experiências de social shopping. O social shopping, apesar de já não ser uma novidade, tem vindo a desenvolver-se muito nos últimos anos e continuará a crescer em 2021, sendo uma das tendências e uma das áreas onde as marcas, com eCommerce, devem apostar.

6. O fim das third party cookies

O desaparecimento de third-party cookies tem um impacto substancial uma vez que até agora assumiam um papel importante nas estratégias de marketing, seja pela identificação de público-alvo, tracking da performance de campanhas, assim como para a otimização e personalização dos conteúdos criativos exibidos.

7. Mudanças no Retalho

Em 2021 vamos ter iniciativas importantes no que diz respeito ao comércio eletrónico e retalho em geral. Com a chegada das várias vacinas contra a Covid-19, o fim do período de confinamento vai começar a trazer mais tráfego para o retalho físico, mas a experiência de comércio eletrónico ficará para sempre na mente e nos hábitos dos portugueses. Com isso, as marcas e retalhistas perceberão o verdadeiro potencial da venda online, e cada vez mais adotarão uma estratégia omnicanal, com o cliente no centro de suas decisões, e cada vez mais disponibilizarão os seus produtos também nos seus canais online próprios como em vários mercados nacionais e internacionais.

8. Entregas gratuitas, rápidas e flexíveis

O nível de abandono da compra por parte dos e-buyers no momento do checkout continua a ser determinado, em mais de 50% dos casos, e conforme vários estudos o demonstram de forma consistente em diversos mercados e geografias, por fatores relacionados com o preço final do produto, ao incluir o custo das entregas, e com a insatisfação relativa aos tempos e às opções de entrega que são disponibilizadas. Os clientes vão ser cada vez mais exigentes com a rapidez da sua entrega, sendo um dos fatores que pode ser decisivo na sua compra. Além disso a flexibilidade de horários nas entregas passa a ser um must se a sua empresa pretende ser competitiva face à concorrência.

9. Business Intelligence

O business intelligence, como um conjunto de métodos, processos, tecnologia e instrumentos, capazes de converter dados em informação, conhecimento e planos de iniciativas que conduzem as nossas decisões e ações, assume um papel cada vez mais importante. Todas as parametrizações no site passam a ser medidas e por sua vez analisadas, de forma a podermos oferecer a melhor experiência ao consumidor e eliminar barreiras na fase final da compra.

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